“Vestida para casar” - Doida por um casamento
Que mulher nunca sonhou casar na igreja em um lindo vestido branco, véu, grinalda, e lógico, com o homem dos seus sonhos? Pois este sempre foi o desejo de Jane (Katherine Heigl), uma romântica assumida e extremamente altruísta que, por gostar tanto de casamentos, possui em seu armário 27 vestidos que representam os casamentos dos quais já fora dama de honra.
Jane vê sua vida amorosa ir por água abaixo quando sua irmã mais nova, que acaba chegar à cidade, fica noiva do seu chefe e grande amor da sua vida. Até que seu caminho se cruza ao de Kevin, um jornalista especializado em cobrir matrimônios, que resolve escrever, secretamente, uma reportagem sobre a misteriosa mulher viciada em casamentos.
“Vestida para casar” é dirigido por Anne Fletcher e da mesma roteirista de “O Diabo Veste Prada”, Aline Brosh McKenna, além de contar com todo o carisma de Katherine Heigl, que tem tudo para se transformar na nova Julia Roberts de Hollywood.
“Dois dias em Paris” - Quando o relacionamento cai na rotina
Se você se apaixonou por “Antes do Amanhecer” (1995) e “Antes do pôr-do-sol”
(2004), taí um outro filme que segue a mesma linha.
Para reacender o fogo de um relacionamento sugado pela rotina, Marion (Julie Delpy), uma fotógrafa francesa, e Jack (Adam Goldberg), um americano decorador, resolvem tirar férias na Europa. Após a falida tentativa de belos dias em Veneza, o casal chega à capital do amor. O que Jack não esperava era ter que aprender a lidar com seu ciúme ao conhecer os amores passados de Marion.
O choque entre as culturas americana e francesa, metaforizadas na figura do pai de Marion (vivido pelo pai de Julie Delpy na vida real, Albert Delpy), rende boas risadas ao longo do filme.
Julie, que além de interpretar, assina a direção e o roteiro do longa, honra a tradição do cinema francês: discutir a relação amorosa enquanto se caminha pelas ruas de Paris.
“Antes de partir” – Não estamos todos sentenciados?
Não é preciso que um filme nos choque ou venha recheado de novas idéias ou filosofias para nos tocar e nos fazer pensar e relembrar o óbvio.
Este é o caso de “Antes de partir”, de Rob Reiner, filme estrelado por Morgan Freeman e Jack Nicholson. A história não é das mais originais: narra as aventuras de dois homens sentenciados de morte por uma doença terminal. Diante do curto tempo que lhes resta, decidem fazer tudo aquilo que gostariam antes de morrer.
Isso nos leva a pensar: não estamos todos sentenciados? Na verdade, a diferença entre os personagens e nós, pobres mortais, é que eles têm mais sorte. Pelo menos sabem (ou acham que sabem) quanto tempo lhes resta.
Não que este deva ser um pensamento presente em nossas vidas de uma forma funesta. Deve sim, ser o incentivo, o combustível, para nos mover diante de nossas miudezas, fraquezas, desânimos, orgulho, e arrogância. Deve ser a deixa para nossa entrada em cena, para que nunca deixemos nenhum “eu te amo” sem destinatário, nenhum abraço sem par.
A questão não é quando ou como virá o fim, e sim depois de quê. Que seja depois de um grande amor (ou depois de muitos), de deixar nossa marca no mundo através de nossas boas atitudes, ensinamentos e aprendizados, de muitas gargalhadas e lágrimas compartilhadas com a família e bons amigos.
“Nunca é tarde para amar” - O amor em qualquer idade
O filme “Nunca é tarde para amar” traz à tona um cenário comum nos dias de hoje: mulheres bem-sucedidas e que se apaixonam por caras bem mais novos. A atriz Michelle Pfeifer é Rose, que já passou dos 40 anos e se apaixona por Adam (Paul Rudd). Isso ao mesmo tempo em que a filha pré-adolescente descobre o amor pela primeira vez. Divorciada, a autora de uma série de televisão que luta com os índices de audiência por competir com os mais bizarros reality shows e com o que sente por Adam, um ator contratado para ajudar a recuperar o sucesso da série, passa por um momento de reviravolta em sua vida.
O filme opta ainda por um aspecto bastante lúdico: Tracey Ullman aparece como a improvável Mãe Natureza para se intrometer no destino de Rose e de sua filha Izzie, vivida pela atriz Saoirse Ronan. Portanto, a inveja e as constantes investidas de sua secretária, Jeannie, trazem Rosie de volta à realidade, preparada para encarar a maturidade e o preconceito da sociedade.
“Otelo” – Diogo Vilella em tradicional montagem de Shakespeare
Após viver o personagem-título de “Hamlet”, em 2001, Diogo Vilela volta aos palcos com mais uma das principais peças do bardo inglês William Shakespeare: “Otelo”. Além de viver o maquiavélico Iago, Diogo divide a direção da montagem com Marcus Alvisi, que conta ainda com Luciano Quirino e Marcella Rica como protagonistas.
A trama a gente já conhece. Otelo, recém-casado com Desdêmona, é o comandante do exército de Veneza na guerra contra os turcos. Ao escolher Cássio e não Iago para o cargo de tenente, Otelo tem a sua vida arruinada por uma sucessão de armadilhas planejadas por Iago. Dotado de grande inteligência, este consegue fazer com que Otelo mate sua esposa e a si mesmo, após descobrir que tudo não passava de armação.
A peça está em cartaz no Teatro Sesc Ginásio, de quinta à domingo, as 19h.
“De peito aberto” – Vera Golik contra o câncer de mama
Com uma abordagem humanista sobre mulheres com câncer de mama, Vera Golik e Hugo Lenzi trazem ao Rio de Janeiro a belíssima Exposição Fotográfica “De peito aberto”. O Projeto destaca como importante passo na batalha contra o câncer de mama a restauração da auto-estima e da auto-imagem da mulher. Para isso, além das lindas fotos de Hugo Lenzi, a exposição conta com palestras interativas que envolvem diálogos com pacientes, amigos, familiares e médicos.
A mostra acontecerá no Centro Cultural da Caixa, Rua Chile, 230. O evento de abertura será no dia 25 de março (às 19h) e estará aberta para visitação de 26 de março a 13 de abril (de terça a sexta-feira das 10h às 18h, e sábados e domingos das 11h às 15h).
Marque na agenda: a palestra acontece no dia 12 de abril às 15h.